Inferir que sempre existe um ponto de partida as vezes pode ser um tanto quanto presunçoso. Da mesma forma, inferir que tudo sempre termina em algum lugar também é um absurdo. Mas, de fato, sabemos que pelo menos, um conjunto limitado de eventos parece aos nossos olhos ter um começo lógico. Mas esses mesmos eventos que parecem ter um começo lógico não possuem um fim em comum. O fim de cada evento lógico, ou evento que podemos tanger usando nossa limitação inteligÃvel, parece nunca ser o mesmo para o determinado começo discutido. O que eu estou parafraseando de uma forma um tanto quanto desprendida de conceitos é nada mais nada menos que a teoria da probabilidade.
EstatÃstica, gráficos, números, incerteza, dúvida, sorte. Essas são palavras que de fato não existem nos laboratórios da renomada N.S.Factory. Sabemos que um dos problemas da humanidade foi sempre a dúvida a respeito de eventos lógicos que ocorrem em um meio tangÃvel de perspectivas. Há muitas perspectivas, entretanto sempre há um fim. Todavia a N.S.Factory diz: Faça a Sua Probabilidade.


















